Ao olha teu sorriso largo e bonito me enchi de alegria...
Essa noite fria se transformou em calor.
Em vida.
Ao olhar teu sorriso senti que está perto.
Quase ao lado.
Ao olhar teu sorriso largo e bonito.
Me senti grande nesse mundo.
Yuri Montezuma
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Dos Peixes o Que Resta?
Desse rio barrento que já molhou meus pés e que hoje é lodaçal.
A sua beira observo a tranformação do peixinhos em peixes alienados, cegos.
Dos peixes que pulavam e gritavam "LIBERDADE".
Que hoje vivem de colera no pescoço como cachorros lambendo o osso e abanando o rabo pro dono.
Peixes que faziam arte!
Que agora brigam pelo osso que resta.
Matando uns aos outros...
Peixes de dentes afiados, armados.
Doentes.
Um cancêr para um rio agonizante.
Um cancêr para natureza.
Um cancêr para a arte.
Yuri Montezuma
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Baladas de um Louco
Já não estou pisando normal.
O subir de uma escada é torturante,
Meus ossos doem!
O único prazer desses meus dias foi você.
Como não percebe que te desejo?
Não o desejo do prazer!
Mas o desejo de ter você... ao lado.
As palavras já estão confusas,
Os joelhos doem!
Cada noite é desesperadora.
Não sei se gosto de viver dessa maneira!
Descer a escada é uma batalha...
A cama é sempre fria!
As palavras jã estão confusas.
E já não sei se quero mais...
Yuri Montezuma
O subir de uma escada é torturante,
Meus ossos doem!
O único prazer desses meus dias foi você.
Como não percebe que te desejo?
Não o desejo do prazer!
Mas o desejo de ter você... ao lado.
As palavras já estão confusas,
Os joelhos doem!
Cada noite é desesperadora.
Não sei se gosto de viver dessa maneira!
Descer a escada é uma batalha...
A cama é sempre fria!
As palavras jã estão confusas.
E já não sei se quero mais...
Yuri Montezuma
Jhennyffer
Dos cabelos longos ondulados,
Lindos.
Dos olhos cansados e um sorriso no rosto.
De um pulso machucado e um aperto de mão firme,
Jhennyffer.
Do andar zig-zagueando por entre os ônibus da cidade...
Da primeira vez e um olhar no horizonte,
Da segunda vez um sorriso...
Da terceira vez uma palavra.
E agora...Jhennyffer.
Aquela que sempre traz um sorriso ao encontrá-la
Yuri Montezuma
Lindos.
Dos olhos cansados e um sorriso no rosto.
De um pulso machucado e um aperto de mão firme,
Jhennyffer.
Do andar zig-zagueando por entre os ônibus da cidade...
Da primeira vez e um olhar no horizonte,
Da segunda vez um sorriso...
Da terceira vez uma palavra.
E agora...Jhennyffer.
Aquela que sempre traz um sorriso ao encontrá-la
Yuri Montezuma
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Minhas Noites de Cipó
Gostaria de saber o por que do entendimento das pessoas serem rasos.
O ignorante de não saber que nada sabe.
Engraçado!
A eloquência chega ser perto do convencimento.
Que pena!
Estão envenenados.
Eu em minhas noites continuo assistindo.
Continuo bebendo.
Rindo!
Sentado, Olhando, Sabendo...
Não sabendo.
Que eles nada sabem.
Engraçado!
Prefiro meter a língua atrás dos dentes.
Sorrir!
Continuar bebendo.
Eles estão envenenados.
Yuri Montezuma
O ignorante de não saber que nada sabe.
Engraçado!
A eloquência chega ser perto do convencimento.
Que pena!
Estão envenenados.
Eu em minhas noites continuo assistindo.
Continuo bebendo.
Rindo!
Sentado, Olhando, Sabendo...
Não sabendo.
Que eles nada sabem.
Engraçado!
Prefiro meter a língua atrás dos dentes.
Sorrir!
Continuar bebendo.
Eles estão envenenados.
Yuri Montezuma
Meus Caminhos
Sou um viajante em estradas conturbadas.
Me perco em caminhos limpos...
Gostaria mesmo era cair na lama.
Assim limparia a alma do embriagado!
Sou um viajante solitário de caminhos curtos.
Pés calejados de estradas lisas...
Gostaria de pés limpos em estradas esburacadas.
Sou um viajante solitário de caminhos em círculos.
Mas... Que nunca volta ao centro.
Yuri Montezuma
Me perco em caminhos limpos...
Gostaria mesmo era cair na lama.
Assim limparia a alma do embriagado!
Sou um viajante solitário de caminhos curtos.
Pés calejados de estradas lisas...
Gostaria de pés limpos em estradas esburacadas.
Sou um viajante solitário de caminhos em círculos.
Mas... Que nunca volta ao centro.
Yuri Montezuma
A Sombra e Eu ou Eu e a Sombra
De teus passos não quero nem os sapatos.
Do ignorar as mãos nos bolsos.
Em pensar que um olhar penetrou meu corpo com seus ciúmes.
Insegurança!
O medo de perder.
Não ri, mas acho engraçado.
Sei e comento o medo de tua sombra...
A sombra que não acredita na sua própria existência.
Qual existência?
Não ri, mas acho engraçado.
Yuri Montezuma
Do ignorar as mãos nos bolsos.
Em pensar que um olhar penetrou meu corpo com seus ciúmes.
Insegurança!
O medo de perder.
Não ri, mas acho engraçado.
Sei e comento o medo de tua sombra...
A sombra que não acredita na sua própria existência.
Qual existência?
Não ri, mas acho engraçado.
Yuri Montezuma
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